
Fotos de GuidinhaPinto: Oferecimento de Belmira TocoTal como nós. Alguns somos tóxicos, pelas drogas que ingerimos que nos tratam as maleitas. E todos somos uma espécie invasora.
Transmitir pensamentos, emoções, idéias, gostos. Diário aberto ao mundo. Se me ler esteja em sua casa.

Fotos de GuidinhaPinto: Oferecimento de Belmira TocoTal como nós. Alguns somos tóxicos, pelas drogas que ingerimos que nos tratam as maleitas. E todos somos uma espécie invasora.
Foto de GuidinhaPinto: Do lado esquerdo, Igreja de S. Julião
Foto de GuidinhaPinto: Antiga Igreja de S. Julião! É este o nome? Serve de garagem?!?.jpg)
Fotos de GuidinhaPinto: Cais do SodréEdifício urbano, implantado em terreno plano. Incluído do conjunto da Baixa Pombalina, faz parte integrante de uma frente de quarteirão na R. do Ouro. Destacado, interrompe o ritmo próprio e característico das fachadas pombalinas. É por isso que dá nas vistas!!!
Uma obra assinada pelo Arq. Miguel Ventura Terra (1866 - 1919) e por Jorge Pereira, Escultor-Modelador.
A chuva cai lá fora. Está vento, algum frio ... enfim, estaremos na Primavera? A estação da Alegria?
Que melancolia. Onde andas, Sol?
Andava pelas mensagens. Algumas giras. No momento em que abri uma de Guida Pinto com este anexo, senti-me capaz de mudar e ficar bem mais alegre. Cantei até, abanei a *carola* e só não fui para a rua porque ... não sei dançar como ele :-)) Há pessoas com este dom - conseguem adivinhar e enviam alegria em dias de chuva para os melancólicos, via e-mail. Obrigada.
Resolvi colocá-lo aqui. Para quando eu tiver necessidade de um pouco de Sol no coração e um sorriso no rosto, num outro dia de Primavera molhada e fria. Esta Primavera que ainda continua abraçada ao Inverno.
* Goethe
2 a zero? Deixei de acompanhar Marido na visualização do jogo. Vim-me embora para aqui. Grandes nabos! Depois ouvi *goooolo* e mais *goooolo* e mais *gooolo* e mais *gooolo* e mais *gooolo*. Pois foi. Eu não estava a assistir, e eles marcaram. Parecia que estava a embruxar com a minha presença! Ora eu!
Madame Bel de Pablo Picasso
Sempre actual esta brincadeira
Foto de GuidinhaPinto
Foto e montagem de GuidinhaPintoVisitei e mantenho registo fotográfico à minha mais recente aquisição vegetal - uma Calceolária. Única, só, na prateleira de um supermercado, quando a olhei pediu-me para vir comigo. Eu fiz-lhe a vontade. Estava tão infeliz! Tenho tratado dela e ela tem-me agradecido, abrindo todos os dias novos botões para mim.
Vida simples, a minha. Chove, venta, vai tudo pelos ares, a mulher que mandou matar o marido vai dentro vinte e tal anos ... e eu faço um doce, trato de plantas, brinco com a minha Bi, venho para aqui escrever coisas. !Ai, ai!

A Mãe d'Água nas Amoreiras, além de ser um bonito espaço, é um depósito com capacidade para 5 500 000 litros. A partir das Mães d'Água, a água seguia, através de túneis subterrâneos, que a levavam até às numerosas fontes de Lisboa. (Foto de GuidinhaPinto)
Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos
Destinada à elevação das águas provenientes do rio Alviela, para o reservatório da Verónica e para a Cisterna do Monte, a Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, inaugurada a 3 de Outubro de 1880, permitiu aumentar consideravelmente o volume de água fornecido à cidade de Lisboa. O seu principal equipamento, constituído por quatro máquinas a vapor construídas nas Oficinas de E. W. Windsor de Ruão, funcionaram, ininterruptamente, até 1928. As máquinas cujo vapor era produzido por cinco caldeiras, são todas do mesmo tipo: êmbolos verticais de dois cilindros cada, com camisa de vapor – sistema Woolf – de expansão variável e de condensação. O recinto dos Barbadinhos alberga também duas salas de exposições: a Sala de Exposição Permanente e a Sala de Exposições Temporárias. (Imagem buscada na NET)
Reservatório da Patriarcal
O Reservatório da Patriarcal foi projectado, em 1856, pelo Engenheiro francês Mary. Foi em tempos passados o reservatório mais importante na rede de distribuição de água da baixa lisboeta. Situado debaixo do Jardim do Príncipe Real, o seu reservatório tinha a capacidade para 880m3 de água, com 31 pilares de 9, 25 metros. Na década de 40 deixou de funcionar. Hoje em dia é palco de várias iniciativas culturais, nomeadamente espectáculos, exposições de fotografia e escultura, entre outras. O projecto de recuperação do Reservatório da Patriarcal foi distinguido com o Prémio Eugénio dos Santos. (Imagem e texto obtidos na NET)
NOTA: Em 1967, quando para o abastecimento de água concorriam as águas superficiais do Tejo captadas na Estação de Valada e tratadas na Estação de Tratamento de Vale da Pedra, o Aqueduto das Águas Livres e o Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras, que desde o século XVIII abasteciam Lisboa, foram desactivados e passaram a integrar o património do Museu.
Fomos no sábado, depois de almoço. Santa ignorância. Andámos perdidos perto da R. das Amoreiras, sem saber onde era a Mãe D'Água. E a melhor - perguntei a um motorista de táxi, estacionado em fila junto ao Centro Comercial das Amoreiras: Boa tarde! Por favor, diz-me onde fica a Mãe D'Água? Aqui, a das Amoreiras ... Respondeu-me: A mãe de quem? e eu repeti. Tornou ele: Sei lá, nunca ouvi isso, nem a mãe nem o pai ... !!! e riu-se. Pois.
E começámos a descer a R. D. João V. Mas vamos dar ao Rato, lembrámos ... Não pode ser. Como tem boca vai a Roma e eu sempre perguntei o que quero saber, fiz de novo a pergunta, desta vez a um casal, que nos indicou onde poderíamos estacionar o carro e como chegar ao edifício. Esram moradores naquele local.
Estacionamos. O vento era tanto e tão forte, que havia esporos das árvores pelo ar, a agarrar-se aos nossos cabelos, à roupa ... eram atchins por todos os lados. Conforme nos íamos aproximando da R. das Amoreiras ... ia-me dando uma coisinha má. É ali? Durante dois anos, nos setentas, passei por ele sem o ver, sentada ou em pé, dentro do eléctrico que descia a R. das Amoreiras até S. Bento (trabalhava na Rua do Machadinho). À tarde, tornava a subi-la, a caminho de casa (Sete Rios). Como é possível passarmos por aquela construção todos os dias e não nos questionarmos que representa? Pergunto-me agora, claro.
Entramos no edifício e sentimos um frio de pedra e de água e um escurinho arrepiantes. A falta de luz ensombrava os nossos olhos. Mas o espectáculo começou. Jactos de água subiam, desciam, ondulavam, com ajuda de luzes, dançavam. Ao som de Dulce Pontes - Fui ao mar, no meu batel ... -, Vangelis, Orquestra brincando aos clássicos ... Foi de arrepiar, de abanar a cabeça acompanhando o compasso da música, de sair da cadeira e ir à volta do tanque clicando. A pouco e pouco, os meus olhos receberam aquelas imagens e foi só puxar do telélé e comecei a guardar o que pude. Para mais tarde recordar.
Acabou. Ficou um vazio. As pessoas começaram a retirar-se. Eu continuei na minha volta ao tanque. Passei pelos 3 homens que mexeram nos botões para que o espectaculo acontecesse. Disse-lhes: Muito bonito, obrigada. Foram poucos minutos de luz, sons e imagens. O que é bom, passa depressa. Nesse dia, foi gratuita a entrada. No livro de visitas colocado à saída, deixei escrito: *Quando podemos e queremos, fazemos. Gostámos*. Eu, Marido e Mães. Os do costume, nos sábados de cada mês. E seguimos, com outra disposição, seguimos para o nosso passeio dos tristes.
Para me lembrar que hoje, um homem faria 100 anos, se não tivesse partido há 19. Bem haja Herbert Von Karajan. Para o recordar fui buscar ao YouTube esta obra de Ravel. O meu Maestro preferido para conduzir com a sua batuta esta sublime peça.
Li algures: *O "Bolero" podia muito bem ser o enredo para uma cópula. Melhor que se tratasse de uma batalha. Uma batalha de corpos que se esmeravam num carinho descuidado como a vaga dança dos espíritos. Um grito na sala. A música crescera e estava insuportavelmente angustiante. Eram as mesmas notas de antes, mas agora elas ameaçavam invadir a rua, dizer aos outros e a qualquer um, o que se ocultara, o que se resguardara sob a suavidade de antes. O estampido da nota final esfarela as lembranças, desalinha as franjas de uma fina angústia, a tecer no manto do discurso, o passado dos dias.*
Hasta siempre Maestro.

A união faz a força. Cada espécie encontra-se na cadeia alimentar de outra. No entanto, há mamíferos como os búfalos, que interagem no grupo e raciocinam e concebem um plano para salvar uma das suas crias das bocas famintas dos seus predadores. Incrível esta estória filmada na África do Sul. Dedico-a ao meu amiguinho Afas, chegado de recentes férias em Moçambique, perto da fronteira com África do Sul. Um beijo Afas. Fico à espera de estórias. Esta acabou em bem.

Foto de GuidinhaPinto: O Pombinho
Foto de GuidinhaPinto: O Marmilado
Foto de GuidinhaPinto: Convívio caprino
3ª feira, já passou a Páscoa e continuei a receber prendinhas. Adoro receber prendinhas. Quem não gosta?
Foto de GuidinhaPinto: Céu na Lousã, na 6ª feira santa
Foto de GuidinhaPinto: - Passagem em Vilarinho
Foto de GuidinhaPinto: Abrir as cortinas e deixar entrar o Sol
Foto de GuidinhaPinto: Azul, o Céu sobre o meu Penedo
Foto de GuidinhaPinto - Até à próxima (Penedo de Góis e Vale Torto), a caminho de Alváres Dia 22 de Março de 2008, Sábado-de-Aleluia, jantar com os Primos (os especialistas das filhoses), na Casinha. Galo no forno com batatas e cebolinhas, grelos (da Prima Laura) cosidos e passados em azeite e alho, pudim de coco, café e bagacinho. Lá fora, a chuva amainou, o vento soprava menos, a temperatura estava uma décima abaixo de 0 graus Centígrados. Cá dentro, os 19. *Teve-se* bem. Mas o Sporting perdeu.
A desordem que tenho que limpar depois de uma festa, significa que estivemos rodeados de familiares e amigos. Eu gosto de receber Amigos. Junto este gosto ao de cozinhar. São ambos explosivos para mim. Dias depois das festas ... depois conto.
Prometemos eu e Marido - um ao outro - que Domingo de Páscoa, se o tempo o permitisse, sairíamos, a dar uma volta, a refrescar, a ver pessoas e a almoçar fora. Já chegava de cozinha, de cozinhados, de arrumações. Isto, se Pedro-o-Santo nos agraciasse, claro. Que férias mais frias e chuvosas!!! Assim não valia!!!
E Pedro-o-Santo, deu-nos aquele Domingo de Páscoa que ansiávamos - de Sol. Saímos a meio da manhã, já com a casinha arrumada, direitinhos a Góis. Bi ficou em casa, a descansar de tanta excitação tida nos dois dias anteriores. Almoçámos no melhor restaurante desta época, na nossa opinião, claro. Bom serviço, simpatia, qualidade nos produtos e nada de barretes na apresentação da factura. Eu sou mais *peixeira*, mas que peixe nas ementas num Domingo de Páscoa? Atirei-me para as grelhadas mistas ... Quando eu olhei para aquelas batatinhas fritas ...
A Marido, *carneiro*, não teve dificuldade na escolha - Bife. E saiu-lhe um que cobria o prato, tenro, grelhado ...
Depois do almoço, para aproveitarmos a bela tarde que estava, descemos à Ribeira Cimeira. Tinha havido festa rija no Sábado, os sons foram-nos trazidos pelo vento. Concertinas, acordeões, vozes masculinas a cantar fado ... Deve ter sido muito giro, mas o tempo reteve as pessoas das outras povoações em casa. E nesta altura, andavam já a arrumar a *casa da festa*. Mas mesmo assim fomos até lá, dizer olá aos que estavam e lamentar o que o tempo nos tinha pregado.
Depois da Ribeira Cimeira, subimos à Póvoa. As ovelhas do Filipe por ali andavam. Tinham 3 borreguinhos, mas sempre que eu, como quem não quer a coisa, me aproximava, eles afastavam-se. E Filipe não é homem para ir agarrar num deles para a fotografia, como faz a nossa Prima Laura com os cabritinhos. Os homens são diferentes ... 