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'Oh filhinha, para a próxima já cá não estou, se Deus me ouvir'! Diz quando nos despedimos. Esta é a Ti-Júlia, Prima direita da Avó Olinda. Com mais de 90 anos de idade! Mãe da Laura-a-Pastora ;) Mais uma vez, o reencontro (foto 5).
Transmitir pensamentos, emoções, idéias, gostos. Diário aberto ao mundo. Se me ler esteja em sua casa.

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5 fotos de GuidinhaPinto: Cartão
Foto de GuidinhaPinto: O meu Pinheirinho Manso, cresce, ao lado das Ortences
Foto de GuidinhaPinto: Os Chorões estão vivos e abertos ao Sol
Foto de GuidinhaPinto: Do lado direito, o meu amigo-Loureiro. Por companhia, Araucárias com cheiro a limão.
Foto de GuidinhaPinto: Jardim-suspenso-não-plantado-da-Guidinha
Foto de GuidinhaPinto: Amanhã espera-nos um dia quente
Foto de GuidinhaPinto: Mateus e Barnabé
Foto de GuidinhaPinto: Couves
Foto de GuidinhaPinto: Cebolas, alface e bróculos
Foto de GuidinhaPinto: Laura diz-me: 'Que pena irem já! O tempo está tão bom! Mais uma semaninha deste tempo e levavas favinhas que já estão assim deste tamanho'.
Cliquei e aí ficam.
Foto de GuidinhaPinto: O Pombinho
Foto de GuidinhaPinto: O Marmilado
Foto de GuidinhaPinto: Convívio caprino
Foto de GuidinhaPinto: Céu na Lousã, na 6ª feira santa
Foto de GuidinhaPinto: - Passagem em Vilarinho
Foto de GuidinhaPinto: Abrir as cortinas e deixar entrar o Sol
Foto de GuidinhaPinto: Azul, o Céu sobre o meu Penedo Dia 22 de Março de 2008, Sábado-de-Aleluia, jantar com os Primos (os especialistas das filhoses), na Casinha. Galo no forno com batatas e cebolinhas, grelos (da Prima Laura) cosidos e passados em azeite e alho, pudim de coco, café e bagacinho. Lá fora, a chuva amainou, o vento soprava menos, a temperatura estava uma décima abaixo de 0 graus Centígrados. Cá dentro, os 19. *Teve-se* bem. Mas o Sporting perdeu.
A desordem que tenho que limpar depois de uma festa, significa que estivemos rodeados de familiares e amigos. Eu gosto de receber Amigos. Junto este gosto ao de cozinhar. São ambos explosivos para mim. Dias depois das festas ... depois conto.
Prometemos eu e Marido - um ao outro - que Domingo de Páscoa, se o tempo o permitisse, sairíamos, a dar uma volta, a refrescar, a ver pessoas e a almoçar fora. Já chegava de cozinha, de cozinhados, de arrumações. Isto, se Pedro-o-Santo nos agraciasse, claro. Que férias mais frias e chuvosas!!! Assim não valia!!!

O meu Penedo, a descoberto. Uau! À esquerda, Vale Torto
Já em casa. Na cozinha, espreito o Penedo. São 10:00h. Está lindo!
Dentro de casa, o termómetro marca 2 graus e meio.
Marido faz a primeira tarefa. Acender o fogão de lenha.
A pouco e pouco a temperatura subiu dentro de casa. Num outro termómetro, passados alguns minutos, estava menos frio. Já ía nos 8 graus e meio. Aqui na Serra, o frio é mesmo frio. O ar é límpido. Arrumamos o essencial e ála. Dar uma volta porque se tem de aproveitar todos os raiozinhos de sol. E fomos cumprimentar os primos.
Laura e um cabritinho
Laura e o outro cabritinho
Laura chegando o cabrito ao teto de uma cabra
Laura segura o teto, Mateus segura a cabra e os cabritos mamam Bem que avisaram que o tempo ía mudar. Acordámos Domingo, com o barulho do vento e da chuva. Credo Senhora do Carmo, invocaria a senhora minha Avó Olinda se cá estivesse. Só faltava mesmo a trovoada. E foi arrumar a casinha, almoçar na casa dos primos - cozido por ser Domingo Gordo. A viagem para Lisboa foi feita parcialmente, debaixo de chuva intensa e algum vento, até passarmos por Tomar. Aí, viraram intermitentes as quedas de água. Na estrada, de dentro do carro, só se olhavam as escovas do limpa para brisas a dançar, de um lado para o outro, na máxima velocidade, e as luzes vermelhas dos outros carros que como nós se doslocavam rumo a qualquer sítio. Não gosto de viagens molhadas. Dá-me uma sensação de incerteza no destino. Não consigo descontraír, embora confie na condução do Marido. As imagens dos acidentes nas estradas em dias molhados estão sempre a passar-me, como flashes ... A chegada à Capital (*Só eu sei porque não fico em casa*, na última foto) fez-se em cerca de 3 horas. Sem sobressaltos, felizmente. Parou de chover quando despejávamos o porta bagagens, à porta de casa. Lá se foi um fim de semana de muitas horas em viagem. Olhando para trás ... foi bom, porque tudo correu bem. E trouxemos imensos grelos - de nabo e de couve, e também alhos franceses, e batatas brancas para cozer, e uma broa. Oferta dos primos Laura, Mateus e Aurora. Obrigada a todos.
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A confrontação a Nascente, não sei onde começa. A Sul é por esta "parede" abaixo.
O mais engraçado é que procurámos ajuda nas Finanças de Góis:
Perguntei: -Mas senhor das Finanças, como poderei achar as confrontações do terreno? Há alguém da Câmara ou daqui que nos poderão ajudar a achar os marcos?
Resposta: Não há ninguém. Tente perguntar aos mais antigos, os de lá. São eles que conhecem as confrontações.
E mais não disse. E assim fizemos. Ao fundo da 1ª foto, Lídia indica a Marido a confrontação a Norte e a Poente. Ah! mas eu fui descobrindo outras coisas que a Mãe Natureza nos oferece. Cliquei.
Olhem! Lídia, Marido! Cogumelos! - gritei.
Não tenho só mato e pinheiros. Tenho uma terra propícia ao aparecimento destes fungos comestíveis!!! E não existe humidade, o tempo está seco, embora estejamos em Novembro. Despedi-me. Para a próxima, venho visitar-vos com tempo de "dona".