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Faz o que eu digo não faças o que eu faço

Foto retirada da NET: Bali, a ilha indonésia dos terraços de arroz

"Reunião em Bali - Conferência das Nações Unidas discute alterações climáticas
Começou hoje, em Bali, na Indonésia, a Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas. Durante duas semanas, representantes de 190 países vão discutir o sucessor do Protocolo de Quioto. Do encontro devem sair os novos pilares da negociação e a data limite para alcançar um novo acordo que ponha limites ao aquecimento global. A ONU quer que as novas regras para o ambiente estejam concluídas até 2009, para que os países tenham tempo de ratificar o acordo antes do fim da vigência de Quioto. Pela primeira vez, a China e os Estados Unidos estão envolvidos nas negociações que têm sido até agora lideradas pela ONU.
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, já afirmou que Washington mantém as suas razões para não fazer parte do Protocolo de Quioto, continuando a favorecer a tecnologia, e não a regulação, para controlar a emissão de gases. Pelo contrário, a União Europeia, que já estabeleceu o seu próprio objectivo de reduzir as emissões em 20 por cento, até 2020, pretende que a conferência de Bali crie limites obrigatórios de emissão para lá de 2012. A conferência de Bali é a primeira que se realiza depois de um painel independente de cientistas ter concluído que as alterações climáticas são "muito provavelmente" causadas pela actividade humana. Em discussão estarão também formas de ajudar os países em desenvolvimento a integrar compromissos como o Protocolo de Quioto e a enfrentar o aquecimento global." Em http://sic.sapo.pt/online/noticias


PERGUNTO:
  1. PORQUE É QUE ESTAS GENTES NÃO FICARAM NOS RESPECTIVOS PAÍSES E SE REUNIRAM POR VÍDEO-CONFERÊNCIA ? NÃO ESTAMOS NA ERA DA INFORMÁTICA ?
  2. 190 AVIÕES - 1 DE CADA PAÍS, PELO MENOS - EXPELIRAM PARA A ATMOSFERA GASES COM EFEITO DE ESTUFA NA DESLOCAÇÃO destas gentes PARA BALI.
  3. VAMOS ACORDAR minha gente?

E nós por cá?

Estas imagens foram capturadas por mim, hoje de manhã, na minha rua, na Freguesia de Benfica em Lisboa, Capital de um País Europeu. Como eu me encontrava à janela a tentar perceber se chovia ou não, o toque repetitivo de uma buzina e depois de mais outra chamou a minha atenção. Olhei. Indignei-me. Fui buscar, a correr, a minha máquina de retratos e fui disparando.No prédio ao lado do meu, é costume os moradores colocarem os seus lixos junto dos vidrões. Não têm caixote do prédio. Vem uma camioneta da Câmara, de propósito, buscar o lixo que eles produzem. Não percebi ainda o porquê.
Podem-se constatar 3 factos:
- um carro (branco) estacionado encostado a 3 vidrões;
- o camião da recolha de lixos com dois trabalhadores a quererem fazer o seu trabalho e a tentarem fazê-lo em segurança;
- 1 autocarro da carris a ultrapassar em contra-mão estes dois anteriores.
Mais. Quando o trabalhador-motorista-manobrador de grua me viu a tirar retratos, gritou-me se eu conhecia de quem era o carro. Eu fiz sinal com a mão fechada e indicador espetado que não. Ele saiu de onde estava, chamou a colega e contou-lhe decerto que havia alguém a reparar no que eles estavam a fazer e a registar. Vai daí, baixaram o gancho da grua, taparam com uma rede o lixo que já estava recolhido e abalaram.
Eu queria estes registos para criticar, aqui, em primeiro lugar o dono do carro branco. O lixo doméstico continuou o dia todo espalhado ao pé dos 3 contentores e hoje à noite vai haver mais.
Para quê preocupar-mo-nos e mandarmos bocas sobre o que quer que tenha a ver com Quioto, ou com Bali? Com a China ou com a Índia ou com a América? Nós?!
Os meus vizinhos do prédio ao lado não cuidam dos seus lixos domésticos!!! E juro que esta zona é habitada por gentes de classe média para cima. Upa upa!
Outro pode e estaciona o carro onde lhe dá na telha!
Outros querem executar o trabalho para que são pagos e não o fazem por medo!
Como ir para a frente, encontrar o caminho? Só nos bancos das escolas se pode ensinar a modificar comportamentos. Com as crianças. Para elas comunicarem aos seus Pais/Progenitores que não se deixa o lixo em sacos junto dos vidrões, porque existe na área recolha de lixos domésticos diariamente; que não se deve estacionar onde é proibido; que se deve ter respeito pelo trabalho de cada um.
O que lhes estamos a deixar? Um Planeta que não nos quer, que está furioso connosco e que nos avisa há anos que está descontente.
Por favor vizinhos meus, tenham tento!

3º calhau a contar do Sol

Estudos efectuados por super-computadores com as análises feitas ao aquecimento global e inevitável descongelamentos dos Pólos, mostraram que em todo o Planeta, grande parte das cidades junto ao mar iriam desaparecer, mudando radicalmente os actuais limites dos Países, tal como os conhecemos.
Arrepia-me olhar para esta previsão.
Vamos ficar reduzidos em território e aumentados em fronteira marítima. Ir para onde?
As referências terrestres dos meus actuais 53 anos, não existirão mais. Sorte em ter casinha no Parque Natura da Serra da Lousã - zona pobre em recursos e vazia de gentes - mas alta, em altitude mesmo (cerca de 1000 metro de altitude). A 40 km de distância, em 2100 DC, Coimbra irá ter vista oceânica.
Por este andar, os meus vindouros sobrinhos-netos -bisnetos por uma questão de sobrevivência, irão ter de voltar às origens. Upa upa prá terrinha, a subir a serra - se não lhes nascerem guelras entretanto, natural evolução das espécies.
Por outro lado e apesar dos pesares, pena eu já cá não estar, viva, quero dizer. Se reencarnar, quero vir com guelras . Ou com asas.
A ver se somos mesmo capazes de evitar o óbvio ou conseguir que o Planeta Terra, 3º calhau a contar do Sol e chão sagrado de milhões de espécies, continue a sê-lo.
Em http://www.novomilenio.inf.br/porto/mapas/nmpop.htm pude consultar o calendário onde é previsto quantos somos, a nível mundial. Em 17 de Outubro de 2006, às 12:16h, somos 6 543 724 638.
Dentro de séculos voltaremos ao caldo morno dos oceanos, origem de todas as espécies.

45 anos para fomentar energias alternativas

"Os hidrocarbonetos são, sem dúvida, os produtos comerciais de maior consumo no planeta Terra. Nos finais da década de 1960-1970 o consumo mundial era de 2,5 biliões de toneladas por ano e nos últimos 20 anos houve um aumento anual de 10 %.Actualmente, os derivados do petróleo, correspondem a cerca de 50 % do global dos produtos do mercado mundial. As gasolinas, o gasóleo, o petróleo de iluminação ( querosene ) e o fuel-oil equivalem a 80 % da energia consumida nas actividades industriais, de transportes, de lazer e de conforto do Homem.Como exemplo prático, vejamos o que acontece com os chamados plásticos, os quais abrangem uma extensa gama de materiais fabricados pelo homem a partir de dois elementos, o carbono e o hidrogénio, provenientes do petróleo bruto. O etano ( dois átomos de carbono e seis de hidrogénio ) é um gás que pode ser convertido no etileno, que depois de polimerizado origina o polietileno. De forma semelhante, o gás propano transforma-se em polipropileno. Estes dois plásticos, o polietileno e o polipropileno, são usados para fabricar centenas de artigos. Adicionando-se-lhes outros elementos ou produtos químicos, os plásticos adquirem propriedades especiais, como maior rigidez, resistência ao calor, poder deslizante e flexibilidade. Se retirássemos das nossas casas tudo aquilo que contém plástico, que restaria?O comércio do petróleo e derivados é controlado por um pequeno número de gigantescas empresas que dirigem toda a cadeia de produção, de tratamento e de transporte, desde o poço até ao consumidor.Mas nem tudo são rosas. O petróleo faz parte dos recursos naturais extraídos da Terra, para benefício do Homem. À escala temporal do Homem ( cerca de 1 milhão de anos desde a sua origem; 70 anos, em média, por geração ), terá que ser considerado um recurso não renovável, na medida em que os processos geológicos envolvidos na sua formação levam, pelo menos, 10 milhões de anos, sendo a maioria do petróleo bastante mais antigo ( 60 e até 150 milhões de anos ). A partir do actual conhecimento, podemos elaborar estimativas sobre as reservas petrolíferas totais disponíveis em todo o planeta. As reservas petrolíferas são as quantidades de petróleo que podem ser extraídas dentro das coordenadas económicas e dos conhecimentos tecnológicos que caracterizam a comunidade, num certo período. Os diversos níveis de confiança que caracterizam as reservas dependem do maior grau de avanço do estudo geológico.De acordo com o actual ritmo de exploração petrolífera estima-se que as reservas existentes serão esgotadas nos próximos 45 anos, isto é, até ao ano 2048. Assim sendo, há que estudar intensamente, o que tem vindo a ser feito, as fontes de energia alternativa ( vento, sol, correntes marinhas de ondulação e de marés, fissão nuclear, geotermia ), bem como as tecnologias economicamente capazes de as utilizar."
Texto retirado de http://histpetroleo.no.sapo.pt