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Assembleia da República, hoje

Sempre actual esta brincadeira


Hoje é dia de o Governo e a Assembleia da República Portuguesa estarem a botar palavra para nós ouvirmos todos, em casa. Em directo, na Antena 1. Como esta é a minha estação de rádio preferida, ouço quinzenalmente esta peça de teatro gratuito, onde os diversos artistas se divertem. Fez-me lembrar os folhetins radiofónicos do tempo da outra senhora. Em directo, não havendo possibilidade de voltar atrás. Está dito. Ouvimos.

O que sinto ao ouvi-los é indescritível. Por vezes sorrio, por vezes sinto náuseas.

Interessou-me particularmente o assunto Jogos Olímpicos. Paulo Portas fez uma pergunta fora da lavoura, frisou 1º Ministro, que respondeu: o Governo condena o que se passa no Tibete, mas a União Europeia ainda não decidiu quanto a ter ou não atletas europeus na Abertura dos Jogos Olímpicos na China. Onde estiver a bandeira portuguesa, o Governo estará presente. Mas ainda falta algum tempo para decidir... Também os nossos representantes esperam ouvir a Voz do Dono.
Esta frase de David Lloy George, Estadista Inglês - Não se deve ter medo de dar um grande passo quando for altura disso. Não se pode atravessar um abismo aos saltinhos - é bem o retrato do que se está a passar nesta Europa, a nível Político. Medo!

O Plano Nacional para a Eficiência Energética foi a principal discussão. Esperemos para ver, a descida de preços de tarifas. Acredito nas energias renováveis. Não acredito nem quero energia atómica. O resto foi a representação do *Quinteto da treta * - Pedro, Jerónimo, Francisco, Paulo e Primeiríssimo.
Gostaria de propor o impossível a estes senhores:
Proponho que o nossos Políticos façam Lei que os sujeite, a eles, a Avaliação de Desempenho Anual, tal como é exigido e bem a qualquer funcionário público professor, médico, engenheiro, arquitecto, técnico, enfermeiro, administrativo. Quem os avaliaria? Se não os próprios no topo da carreira política, os eleitores, individualmente ou em Comissões (porque não?) sem ser na época de eleições. É que hoje, no meio de enorme algazarra que se ouvia em fundo enquanto o Primeiríssimo falava (putos mal educados!!!), foi o próprio cabeça de bancada do PSD que pediu silêncio aos seus pares com assento na Assembleia. Gostei desta cena. Logo à noite, talvez a passem em algum telejornal. Ou talvez não.


Quanto a *político anfíbio* e a *inquisidor mor* e a *os contribuintes não têm de pagar pelos consumidores* ... hei-de pensar melhor, noutra altura.


Pelos milhares de jovens americanos mortos numa guerra, sem glória. Por um povo massacrado por uma invasão. When will they ever learn?Estou numa de catarse. O tempo continua a não ajudar e hoje não me apeteceu cozinhar.

Me agrada saber

Parece que aqui algo está em mudanças.
Esperemos e veremos.

Notas soltas

A minha vizinha do 2º andar direito, senhora de 83 anos, válida, de perfeito juizo e independente, foi assaltada na paragem de autocarros, na Estrada de Benfica, no final da manhã de um destes dias, mesmo em frente a uma Escola Secundária. De puxão a empurrão num segundo, foi-se a bolsa. E lá ficou ela, a tremer, à espera que alguém a ajudasse a voltar para casa.

Hoje vou refletir. Sobre o nosso estado de coisas. Muito rapidamente, porque senão o meu cérebrozinho dá um nó. Há tanta informação hoje em dia, para digerir!

*Tem de haver causas para agarrar as pessoas para as levar para Comícios Políticos. Causas não faltam. Faltam é Humanistas na Política. 'Os que desfilaram no outro dia ... hum! a maioria não eram professores, via-se pelas caras (ouvi hoje na rádio)...

*Nós precisamos de ter confiança neste Governo. Para as reformas que o País tem de sofrer. Acredito que sim. Até às próximas eleições - deixem-no trabalhar.

*Toda a gente quer acabar com a maioria absoluta, mas sem ela, as reformas neste País não são feitas. Em tempos ídos, nem Guterres nem Durão nem Santana nem Portas nem ninguém conseguiu fazer nada para alterar fosse o que fosse. Ainda hoje se ouvem maus-ecos dos governos destes senhores.

*Incomoda-me o Autoritarismo do Governo e a falta de Segurança em que vivemos. E a falta de empregadores. O Autoritarismo chama-se José Sócrates. A Insegurança chama-se Nós. O grande empregador: o Estado. Pois. Vou explicar-me. Mexe comigo, o nosso 1º defender teimosamente as suas convicções, só porque sim, só porque não pode haver alternativas. Vai contra as suas promessas, mas vai. Por teimosia ou por necessidade? Pergunto-me. Por outro lado, faz-nos falta um pulso forte...

*Receio que fomos nós, povo, que perdemos referências, que deixámos que os nossos filhos e netos não reconheçam a Família, a Polícia, os Professores, até mesmo a Religião, seja ela qual for. É por nossa causa que hoje, como em qualquer América sem rei nem roque e de caubóis, jovens andam por aí, sem fazer nada, sem rumo na sua vida. Jovens que tiram cursos superiores que de nada lhes servem. 'Tu é que sabes', dizem os pais de agora. Sabem mesmo? Só para serem felizes??? É importante, mas depois? Vão ficando em casa dos Pais e Avós à conta ... a Família não pode ser uma Democracia; Outros jovens encostam uma pistola à cabeça de um seu semelhante e por nada, disparam a matar. Jovens que roubam idosos e outros jovens à nossa frente, mesmo ao nosso lado, tendo como arma um canivete, nas ruas mais sossegadas da minha Lisboa, junto a paragens de autocarros, em ruas movimentadas. Nós não dizemos Basta! Temos medos. Nós não orientamos, não vigiamos, não indagamos com quem andam os nossos jovens. Nós dizemos que a culpa é do Governo. Fácil. Nós autorizamos e até desconhecemos que eles andam nas ruas, na 'náite' a fazer disparates. 'Quem? Os nossos filhos? Impossível'. Damos-lhes dinheiro para os gastos mas eles desconhecem o esforço para o ganhar. Nós não os ensinamos a ter responsabilidades. Não lhes demonstramos, por actos, que o Bem e o Mal são ambos faces da mesma moeda, que existem. Limitamo-nos a procriar e esquecemo-nos que eles nada sabem, que precisam cada vez mais da nossa orientação, nesta sociedade em constante mutação, nesta selva hurbana. Não. A culpa não é do Governo. E nem dos Professores ... não são uns malandros. É que o ensino e a aprendizagem não podem ser tomados separadamente, pois sempre que se tem alguém a ensinar há sempre outro a aprender. Respeito, palavra que se perdeu.

* Polícias nas ruas? Não vejo. Aqui o Governo tem de intervir. Paciência. Tem de contratar mais funcionários públicos, dar-lhes formação-de-Polícias, pagar-lhes um vencimento decente e mandá-los para a rua, bem 'equipados', não para a guerrilha, mas para conviverem, aproximarem-se das populações, fazê-las sentir-se seguras.

*'Bruxelas' manda que a despesa pública desça. O Governo inventa uma nova 'Avaliação Profissional' para poder despedir mais funcionários. E os portugueses também acham que sim, que os funcionários Públicos são o cancro da nossa realidade. Desemprego aumenta? Claro! O grande empregador dos portugueses sempre foi o Estado! Mas como 'Bruxelas' mandou mandar funcionários para a rua, o Governo tem de pagar a outras empresas para que façam o trabalho. E gasta mais. E pior. Não paga. O Estado é caloteiro e Bruxelas há-de um dia dar o berro.

* Ah! As Bolsas hão-de um dia dar o berro também. Fechem-se as Bolsas já. O aumento do preço dos bens essenciais devem-se a senhores-bolsistas. Não a mais nada.

*Fronteiras abertas, lindo! Não se pode exigir que a água, azeite e vinagre, através de um despacho se misturem, se associem. Não, sem uma bos sacudidela. Um simples exemplo: Bruxelas manda fazer WC's em todos os super-mercados. Bom. A convivência é difícil entre gentes que sabem para que serve um simples WC público e gentes que os inutilizam ... porque sim; Bruxelas não manda proibir a mendicidade: Gentes que estendem a mão porque é parte integrante da sua cultura não trabalhar e gentes que sempre souberam ajudar quem precisa mas que os receia e lhes vira a cara; Bruxelas manda Integrar: Gentes que não se sabem comportar em terra alheia e não se conseguem integrar por incapacidades congénitas. E Bruxelas cria guetos. O medo, a raiva, a desconfiança e a ignorância prevalecem. Coitados de todos nós. É isto que penso.

E prontos. Nada mais sai para teclar. Já deu o nó. O meu cérebrozinho, quero dizer.
É que na prática, a teoria é outra.
Não tenho vindo até aqui. Não consigo alinhar idéias e tecla-las. A minha cabeça está cheia de informações desnecessárias - mortes, acidentes, roubos. Nada de bom a assinalar neste rectângulo de pedra? Fico quase anestesiada com as notícias que recebo diariameente. Não consigo digeri-las. Como chegámos a este ponto? E ainda por cima o Sporting empatou com o seu eterno rival lisboeta! Ora bolas. Tantos agentes de polícia para tomar conta (sabem os preços dos bilhetes?) e empatam. Que coisa!!!
Brinco, claro. Não vejo nem ouço futeból há anos. O fim de semana chegou e no sábado fui a ver-o-mar e levei farnel. Cozinhar distrai-me, é uma boa terapia para mim. E as fotos hão-se vir para aqui, quando eu tiver um tempinho disponível para as despejar do meu telelé.
Hoje, pensei dar aqui um salto, mas sem tema delineado. Só para recordar o que escrevi da última vez. Até que abri uma das muitas dezenas de mensagens e escolhi uma. Aí fica.
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas..."

Guerra Junqueiro, escrito em 1886.

Mais outra, de outro!! Contra estas e outras do género é que nos devíamos insurgir de verdade! Marques Mendes - Novo Pensionista! Aos 50 anos de idade e com 20 anos de descontos como Deputado, Marques Mendes acaba de requerer a Pensão a que tem direito, no valor mensal vitalício de 2.905 euros.
Contudo, um trabalhador normal tem de trabalhar até aos 65 anos e ter uma carreira contributiva completa durante 40 anos. Só assim terá direito a obter uma reforma de 80% da remuneração média da sua carreira contributiva.

Campanha Internacional para preservar os oceanos

Foto obtida da página Greenpeace.org/Portugal

Greenpeace apela à participação dos cidadãos.

A Greenpeace está a implementar uma campanha em diversos países, incluindo Portugal, tendo em vista promover a pesca sustentável.

Esta campanha está ainda no seu início em Portugal mas necessita, desde já da participação dos cidadãos.

Podemos ajudar aqui

Hoje foi notícia

Há muitas coisas a passarem-se em simultâneo, no meu País e no dos outros, que não consigo ter cabeça para deixar um comentário, um só.
Sem ter como prioridade alguma ordem, cronológica ou outra, vou apenas deixar títulos, com poucos comentários.
- Atentados ao presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta, e ao primeiro-ministro, Xanana Gusmão. Um Major - Reinado - foi morto. Penso que a falta de alternancia democrática leva a isto. Australianos e Portugueses dão cobertura aos negócios do Petróleo e o Povo vai asfixiando. Entre o que se está a passar agora e a invasão às ordens de Kissinger, onde está a diferença para aquele povo sofrido? Hoje. Uma ilha dividida ao meio pelos homens-políticos. Teem petróleo. Poderiam ter um povo menos pobre. Mas o desemprego continua. E quem retira o ouro negro do fundo do oceano, parece que não paga ...
- Durante mais de 4 anos, penso eu de que, investigou-se. Hoje, começou o julgamento dos 24 arguidos do *Apito Dourado*: 4 autarcas, 4 membros do conselho de arbitragem, 3 observadores de árbitros, 2 dirigentes do Sousense e 10 árbitros respondem por 183 crimes. *Para já, não falo*, respondeu Valentim Loureiro, quando interrogado pelo juiz. Foi adiado para dia 18.
- A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica apreendeu, esta segunda-feira, 50 toneladas de carne em más condições, no único entreposto de carnes do Algarve, em Albufeira. O director da ASAE no Algarve, explicou que cerca de 50 toneladas de carne de vários tipos em situação irregular foram detectadas numa câmara frigorífica. A carne de origem suína, bovina, caprina, entre outros tipos, encontrava-se com falta de requisitos, nomeadamente fora de prazo de validade. Alguma carne congelada que aparentava estar «cozida do gelo» tinha o prazo de validade a terminar em «2003 e noutros casos em 2006». E o Al-garbe não escapa à ASAE.
- A pena de morte continua a ser justiça na América, berço da Democracia Moderna.
- O nosso Director-Geral da Saúde anunciou, esta segunda-feira, que os centros de saúde vão passar a distribuir gratuitamente, ainda antes do final do primeiro semestre de 2008, pílulas para seis meses ou mais. E Consultas de Planeamento? E Educação Sexual nas Escolas? Por enquanto, nada.
E por hoje já me chegam estes tópicos para digerir.

Não sou insensível, disse o nosso 1º.

Para quem não teve carreira contributiva - o Governo dá subsídio, em nome do Estado Social ...

Para família monoparental - o Governo dá subsídio, em nome do Estado Social, durante os primeiros 4 meses ...

Para os idosos - aumento de subsídio para 400€ mensais ...

E assim vai o País. Com uns pozinhos de perlimpimpim, lá se vão arranjando uns euros para subsídios ...
Lembro sempre esta frase, quando um Povo aceita a subsidio-dependência:

Se deres um peixe a um homem, ele alimentar-se-á uma vez;
se o ensinares a pescar, alimentar-se-á durante toda a vida.
Kuan-Tsu

Sobre a Saúde e sobre a Cultura

Foto de GuidinhaPinto: Centro de Saúde de Góis

Ir para a Rua e manifestar o nosso descontentamento. Tem de ser. Mexeu pouco? Não. Na pessoa do Ministro da Saúde, pelo menos, já mexeu.

E aproveitaram e deram alta a outra senhora ministra, a da Cultura. Mas não fecham o ministério, substituem nas cadeiras, só isso. Mas que Cultura precisa de Ministra? Um Secretátio de Estado chegava! No Canal 1, que cultura? Na 2, um pouquinho diferente, para melhor. Livros C, Dança - a que preço os bilhetes? Quem pode pagar? Que Cultura? Ah! Já sei. A da bola. Ok. Escolhas. Gostos.

O que está a passar-se ao nível do Serviço Nacional de Saúde é muito triste.
As manifestações na rua contra as alterações no sistema a que tenho assistido na televisão, lembram-me sempre o que a direita (estúpida e ignorante) dizia após o 25 de Abril, para não perder votos:-*Os comunistas dão uma injecção atrás das orelhas dos velhos para acabarem com eles. Não votem nos comunistas*. Ah! e mais: -*Os comunistas comem criancinhas ao pequeno almoço*. Alguém se lembra?

Esta política actual não manda dar injecções atrás das orelhas dos velhos. Mas retira-lhes a possibilidade de continuarem a ter assistência médica quando necessitam, perto das suas casas. Os edifícios e os móveis e os utensílios existem. Gastaram o dinheiro dos contribuintes e agora fecham-se? Outros políticos os inauguraram com pompa e circunstância - o tradicional corta-fitas, sorrisos, bater de palmas. Então?!

Este sistema actual não come criancinhas ao pequeno almoço. Mas retira-lhes as melhores condições de virem a este mundo, fazendo seus progenitores no melhor e no pior dos momentos entrarem num sufoco: Onde vamos dar à luz e em que condições.

Esta política que tira a assistência médica à faixa hetária maioritária no nosso País, é desconcertante. Há muitos velhos? Muitas pensões a pagar? Para lá caminhamos todos, os que estão hoje vivos. Todos queremos chegar a velhos! Disso tenho a certeza. Mas ... Um homem de 70 anos caíu da maca e morreu por traumatismo craneano, na urgência de um Hospital. Outro teve alta e foi abandonado nu, coberto só com um lençol, na urgência de um hospital. Sobreviveu porque vizinhos o foram buscar e levaram roupas para o vestir. E no Hospital de Faro?! Todas aquelas pessoas doentes acumuladas em macas pelos corredores?! Estas são notícias de povos de Terceiro Mundo. Não de um País-Povo que foi descobridor de novos mundos há pouco mais de 500 anos, que há 30 anos fez aprovar uma Lei do Serviço Nacional de Saúde que tomaram os Americanos ter, que se encontra numa Europa-comunitária e tem ares de 1º Mundo, quando mostra ao Mundo como se fazem reuniões a nível Mundial!!!

O Ministro da Saúde, seja ele ou ela quem for, tem de conhecer a fundo as necessidades do seu povo. Tem de ser Médico, bolas. Ou estar rodeada/o deles (eu ainda acredito nos Médicos). Tem de conhecer o País e os meios que dispõe para prestar Assistência na Saúde ou melhor, na falta dela, na Doença. Tem de falar e estar ao lado dos profissionais de saúde antes de alterar seja o que for. Tem de dialogar. Tem de ouvir. Afinal os Administradores Hospitalares são nomeados pelo Governo! E tem de nos explicar, a nós, o Povo, o Zé, os porquês de ter de fechar. E antes de fechar, verificar se o que substitui está a funcionar. Tem de nos convencer que é para o nosso bem. Não para o bem da Economia. Cortem noutros Ministérios. No das tropas, por exemplo. Nas compras de aviões em 2ª mão aos Americanos, que depois andam pelos ares a experimentar alterações e peças novas e se estampam. Estes brinquedos custam muitos comprimidos e honorários médicos. Querem que nós façamos parte da NATO? Contra quem, agora? ET's? Damos o pessoal. Deem-nos meios, não nos forcem a comprar-lhes as sobras. Bolas de novo!

Reformem, refaçam. Voltem atrás, não sejam demagogos. Não fechem mais nada, se não houver alternativas.

Trata-se da SAÚDE da população!!!

Falo por mim. Moro em Lisboa. Fui aposentada por incapacidade. Qualquer das vezes que tive um treco, forçosamente fui encaminhada para o Hospital de Santa Maria. Não posso dizer que esperei, porque os meus trecos são para serem assistidos logo. E por cá continuo, como se pode calcular pela exposição.

Mas também posso estar na Serra da Lousã. É a minha segunda casinha. Lá no cimo, perto do céu e como diz um amigo meu *onde o diabo perdeu as botas*.

Quando lá estou, não penso que me pode dar um treco! E tenho algumas probabilidades de isso acontecer. Mas ... e se me der o treco?
Vou descrever: Ou estou em condições físicas e psíquicas mínimas e posso escolher - Marido leva-me no nosso carro. Ou *não estou por cá* tomem conta de mim e terão de chamar os Bombeiros de Góis (dos quais somos sócios). O INEM lá, não chega. Só o elicoptero, se for solicitado. Os bombeiros, quando chegarem, farão a primeira triagem. Por mais que eu consiga informar que me devem levar logo para um Hospital, eles terão de seguir o protocolo e levar-me ao Centro de saúde de Góis (15 km curva contra curva). Tiram-me da maca e enfiam-me numa sala para ser atendida de urgência. Ser-me-há feita segunda triagem por um Médico de Família. Tatata, conversa, não teem laboratórios de análises clínicas, Sala de Raios X (existem aparelhos, mas estão por estrear). Não têm nada de nada para assistência cardio-pulmonar, que é a especialidade que o meu treco precisa. Esse Médico de Família vai elaborar um escrito e vou ser re-encaminhada para um dos Hospitais em Coimbra (40 e tal km de distância, mais de metade curva, contra curva). Arranjar ambulância de novo, não arranjar ... vou-me desta para a melhor num instante.
Muito mais dos 30 minutos demorei euzinha a ser realmente atendida por quem sabe e pode ajudar a salvar-me.
Que faço? Vendo a casinha? Vivo com medos? Nunca!

Se o treco me acontecer onde o diabo pedeu as botas, mais fácil será Marido ter coragem, metermo-nos dentro do nosso carro e rumar a Lisboa. Eu, conseguir falar comigo e acalmar-me. Perto de uma das grandes cidades - Coimbra, Tomar, Leiria - parar na autoestrada e chamar o 112. Já passaram os 30 minutos que o Governo planeou. Safar-me-ei?
... aqueles portugueses que vivem naquelas Vilas e Cidades que dispunham de assistência urgente na doença e deixaram de a ter por um simples e mero facto economicista, por não haver n-doentes que justificasse aberto o tal serviço de urgências ... é mesmo que dar as tais injecções por detrás das orelhas dos velhos, e dos novos e dos de meia idade. Não se mexe no que está bem meus senhores. Nós confiamos em VÓS para NOS governar.

Temos de ir para a rua lutar pelos nossos direitos. Lemos, ouvimos e vemos, não podemos ignorar.

Não entendo nada. Apena questiono.

Os emigrantes Joe's que chegam a Portugal, endinheirados e high profile, com quadros-obras-primas para abrir a mente ignorante dos continentais, mais cedo ou mais tarde mexem com vespeiros.
Um homem de nome - um Senhor à boa maneira portuguesa - que consente que o seu Banco possa prevaricar perdoando um empréstimo a seu filho ... teve a decência de apresentar a sua demissão.
Que é preciso um Joe-depois-dos-quadros-e-de-querer-comprar-o-Benfica apontar, de dedo estendido, para fotocópias que tinha na mão e a boca aberta, este incidente e mais, 17 veículos off-shores... Pum. Aí vai o senhor governador do Banco de Portugal dar explicações na Comissão de Finanças, respondendo a políticos todos contentinhos hoje por mostrarem trabalho.
Também à boa maneira portuguesa dançam as cadeiras. Deixa o presidente da Caixa-banco Público a cadeira e senta-se (por escrutínio de accionistas) na cadeira do tal Banco privado acusado de ... qualquer coisa que tem a haver com dinheiros e denuncias e mais não sei o quê.
Mas adiante: o empréstimo que a Caixa-banco fez ao Joe-depois-dos-quadros-e-do-Benfica-e-de-Jardim-Gonçalves- para comprar acções no tal Banco ...
Sobre a construção do novo aeroporto e os diversos porquês quanto ao sítio.
Os jamais (em francês), que passaram a ouis.
Os que bradam ter ficado a perder com a troca dos locais de construção e pedem indemnizações. Pergunto-me: já não existem riscos nos negócios?
Os que a polícia prende e a justiça põe na rua.
Porque muda a promessa de Consulta a um Povo sobre um tratado europeu, prometida pelo candidato-a-primeiro-ministro em época de eleições, que Outros mudaram o título e deixou de ser promessa para passar a estar aceite ... pelos nossos-Outros não por nós ...
Ufa, estou cansada. Thomas Sowell escreveu: Necessitamos de um grande conhecimento só para nos apercebermos da enormidade da nossa ignorância.

Muitos homens passam por sábios graças à ignorância dos outros

Neste momento, na SIC Notícias, o Governador do Banco de Portugal, Dr. Vitor Constâncio, está a declamar o *trabalho feito em casa*, para político e português ouvirem, respondendo perante a Comissão de Finanças.
Ouvi primeiro considerações dos partidos e perguntas dos mesmos. Respostas do senhor Governador, ditas pausadamente, como se estivesse a dar uma aula. Palavras como - contexto, atingir objectivos exponenciais, questões de créditos que não cumprem as regras, estigma, ratio exponêncial, índice instrumental, atingir objectivos, não descobriram ilegalidades, não existem em Portugal situações de risco, 17 veículos, legalidade, UBO's (traduziu como Ultimate Beneficton Owners) ...
Não sou accionista de nenhum Banco. Mas palavras como Legalidade, Idoneidade e Boas Práticas, são palavras que eu ouvi e entendo como descritivas de uma instituição bancária digna desse nome.
Parece que as Auditorias externas revelam numa lista enormes de factos que garantiram ao senhor Governador nada existir de ilegal. " ... há coisas que existem mas não podem ser encontradas, só denunciadas", disse.
Temos a Lei, um Governador pago a peso de ouro (para não se deixar corromper, depreendo), Inspecções e Inspectores, CMVM's e outras que tais. No entanto continuamos a precisar de *bufos*, denunciantes, para cair o Carmo e a Trindade e haver inquéritos e super-visões para todos sabermos se temos ou não a garantia de que as operações bancárias efectuadas pelos nossos banqueiros no nosso País, são ilegais. Graças à denúncia e ao conhecimento público, o Governador e a CMVM podem intervir mais. Só agora.
A mim, não precisa esclarecer Senhor Governador, eu só queria entender o porquê deste alarido. Os políticos estão a fazer o papel deles. Mas e eu? Que entendo eu destas finuras? Que entendo eu de mercado de capitais? Já lá vão alguns anos e continuo uma ignorante no meio de ignorantes. É assim que me sinto.
Por sermos muitos, não entendemos melhor o que se está a passar. Vale mais calar??? Não sei. Como escreveu T. Carlyle, não acredito na sabedoria colectiva da ignorância individual.

Moçambique

Não quero deixar de escrever o quanto lamento o que se está a passar em Moçambique. Daqui só posso enviar a minha virtual-solidariedade.
Neste momento há FOME em Moçambique. Ouvi, na televisão, alguns naturais afectados pelas inundações, afirmarem ter FOME.

Consulte aqui!.
e aqui!. também.

1,9% de aumento. Muito obrigada Senhor 1º Ministro.

O índice 100 da escala salarial do regime geral da Função Pública sofreu uma actualização de 2,1 por cento tendo sido fixado em 333,61 euros em 2008, de acordo com uma portaria publicada esta quinta-feira em Diário da República.

O mesmo diploma, proveniente do Ministério das Finanças, estabelece também que os índices 100 das escalas salariais dos cargos dirigentes e dos corpos especiais sejam igualmente actualizados em 2,1 por cento, tal como o subsídio de refeição, que passa a ser de 4,11 euros.


No que diz respeito às pensões de aposentação, reforma e invalidez até 611,12 euros e às pensões de sobrevivência, de preço de sangue e outras de valor não superior a 305,56 euros registam aumentos de 2,4 por cento.

Entretanto, as pensões de aposentação reforma e invalidez acima de 611,12 euros e até 1.223,23 euros, bem como as de sobrevivência, de preço de sangue e outras de valores superiores a 305,56 euros e até 611,12 euros são aumentadas em 1,9 por cento.

As pensões de aposentação reforma e invalidez superiores a 1.222,23 euros que não ultrapassem os 2.444,46 euros e as de sobrevivência, de preço de sangue e outras de valor acima de 611,12 euros e inferiores a 1.222,23 euros são aumentadas 1,65 por cento.

Será?

Os posts abaixo foram buscadas aqui!
Este site dicas. Será que desejo mesmo mudar o meu Mundo ou antes, desejo mesmo mudar os meus maus hábitos para melhorar a Vida dos Pobres no Mundo?
Claro que sim. Eu, faço por isso. À minha volta vou fazendo por isso, vou alertando.
E você?

Como sobreviver num planeta mal amado

Aqui está um site interessante. Porque chegamos a este ponto?

África, tão grande e diversificada

Foto de "Nasaworldwind1"

Europa e África. Encontro em Lisboa. Com direito a tudo. Até à satisfação de caprichos de Homens de Estado. Um circo, à mais alta esfera política. Vieram voando, poluindo um pouco mais a atmosfera. Hoje em Bali, a terra tremeu. Será que aqui vai acontecer o mesmo? Brinco, claro. Nada tem a ver. A Mãe Terra não possui instintos criminosos.
Anoto:
- Os Estados agem em função dos seus interesses. Não em função da solidariedade para com os povos. Por exemplo, os vendedores de armas americanos e europeus estarão interessados na paz em África? Não vender armas significa fechar empresas e não obter lucros. Não sejamos cínicos. O que nós queremos deles é petróleo, que mantenham as fronteiras fechadas, que não dêem guarida a grupos potencialmente perigosos para os Europeus.
- Há muita diversidade de povos e de culturas em África. Mas tal como os europeus, os americanos e os chineses, todos precisamos de paz, de água potável, de esgotos, de terra arável, do pão, de escolas, de emprego, de casas, de saúde, de ajuda directa do SABER para plantar e colher. Alguns vivem, outros sobrevivem. E estes, rodeados de desemprego, de fome, de exclusão, de iliteracia, de desespero, de conflitos internos, de sida, de tuberculose, de malária, de cólera, são até explorados pelos idênticos, os vizinhos que moram ao lado ou mesmo membros da própria família. Para não falar de nós, os que vivem no hemisfério norte. Nem vou escrever agora sobre isso.
África não tem governação, tem desgovernos, ouvi dizer. A natureza deu a alguns países africanos um subsolo rico em petróleo, em diamantes. Os exploradores são estrangeiros que juntamente com os governantes, arrecadam os frutos e os caroços dessas explorações. As empresas chamam-lhes lucros. Aos governantes que depois metem ao bolso e não investem no próprio País, chamam-se o quê? Vivem na opulência e exibem ostentação ao contrário dos seus povos que vivem na miséria, porque não lhes dão alternativas. Os conflitos internos em alguns países levam à compra de armas para se matarem a eles próprios. E chegam-nos notícias de genocídios, matanças, rivalidades mortais. Quem da Europa ou da América ou doutro país considerado civilizado, pode e está interessado em ensinar aos governantes dos países africanos - e mesmo até a alguns que se encontram na própria europa - a governar as suas populações se há conflitos endémicos, que ninguém a não serem os próprios, podem resolver?
Mais uma cimeira. Parece que vai custar 10 milhões de euros. Qual a finalidade? Há populações africanas, e não só, que sobrevivem com 1 euro per capita por dia. Nós, os europeus, queremos ter os nossos bens de consumo, a que nos habituaram. Compramos e dão-nos acesso ao crédito, mesmo que depois lhe chamem de mal parado. Mesmo sem dinheiro, vendem-nos coisas. Pagamos depois. Ou não. (Que confusão) E a eles, os povos africanos? Quem lhes empresta para arrancarem?
Prescindirmos de quê para eles melhorarem o seu dia-a-dia? Digam-me por favor.

Nós por cá

Pois é, hoje amanheceu com nevoeiro e está muito frio. Brrrrrrrrrr. Mesmo assim, enchi-me de coragem e abri a janela para clicar. O lixo já tinha sido levado, como se pode constatar. Nem dei por nada :-)
O carro branco não estava mal estacionado e o autocarro seguiu pela sua via, sem buzinar.

As outras gentes do outro lado do mundo já devem estar reunidas e entretidas com palavras e papeis. Nós por cá ... ainda não abri a telefonia, na Antena 1. Nada sei além de ter acordado a mexer.

Faz o que eu digo não faças o que eu faço

Foto retirada da NET: Bali, a ilha indonésia dos terraços de arroz

"Reunião em Bali - Conferência das Nações Unidas discute alterações climáticas
Começou hoje, em Bali, na Indonésia, a Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas. Durante duas semanas, representantes de 190 países vão discutir o sucessor do Protocolo de Quioto. Do encontro devem sair os novos pilares da negociação e a data limite para alcançar um novo acordo que ponha limites ao aquecimento global. A ONU quer que as novas regras para o ambiente estejam concluídas até 2009, para que os países tenham tempo de ratificar o acordo antes do fim da vigência de Quioto. Pela primeira vez, a China e os Estados Unidos estão envolvidos nas negociações que têm sido até agora lideradas pela ONU.
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, já afirmou que Washington mantém as suas razões para não fazer parte do Protocolo de Quioto, continuando a favorecer a tecnologia, e não a regulação, para controlar a emissão de gases. Pelo contrário, a União Europeia, que já estabeleceu o seu próprio objectivo de reduzir as emissões em 20 por cento, até 2020, pretende que a conferência de Bali crie limites obrigatórios de emissão para lá de 2012. A conferência de Bali é a primeira que se realiza depois de um painel independente de cientistas ter concluído que as alterações climáticas são "muito provavelmente" causadas pela actividade humana. Em discussão estarão também formas de ajudar os países em desenvolvimento a integrar compromissos como o Protocolo de Quioto e a enfrentar o aquecimento global." Em http://sic.sapo.pt/online/noticias


PERGUNTO:
  1. PORQUE É QUE ESTAS GENTES NÃO FICARAM NOS RESPECTIVOS PAÍSES E SE REUNIRAM POR VÍDEO-CONFERÊNCIA ? NÃO ESTAMOS NA ERA DA INFORMÁTICA ?
  2. 190 AVIÕES - 1 DE CADA PAÍS, PELO MENOS - EXPELIRAM PARA A ATMOSFERA GASES COM EFEITO DE ESTUFA NA DESLOCAÇÃO destas gentes PARA BALI.
  3. VAMOS ACORDAR minha gente?

E nós por cá?

Estas imagens foram capturadas por mim, hoje de manhã, na minha rua, na Freguesia de Benfica em Lisboa, Capital de um País Europeu. Como eu me encontrava à janela a tentar perceber se chovia ou não, o toque repetitivo de uma buzina e depois de mais outra chamou a minha atenção. Olhei. Indignei-me. Fui buscar, a correr, a minha máquina de retratos e fui disparando.No prédio ao lado do meu, é costume os moradores colocarem os seus lixos junto dos vidrões. Não têm caixote do prédio. Vem uma camioneta da Câmara, de propósito, buscar o lixo que eles produzem. Não percebi ainda o porquê.
Podem-se constatar 3 factos:
- um carro (branco) estacionado encostado a 3 vidrões;
- o camião da recolha de lixos com dois trabalhadores a quererem fazer o seu trabalho e a tentarem fazê-lo em segurança;
- 1 autocarro da carris a ultrapassar em contra-mão estes dois anteriores.
Mais. Quando o trabalhador-motorista-manobrador de grua me viu a tirar retratos, gritou-me se eu conhecia de quem era o carro. Eu fiz sinal com a mão fechada e indicador espetado que não. Ele saiu de onde estava, chamou a colega e contou-lhe decerto que havia alguém a reparar no que eles estavam a fazer e a registar. Vai daí, baixaram o gancho da grua, taparam com uma rede o lixo que já estava recolhido e abalaram.
Eu queria estes registos para criticar, aqui, em primeiro lugar o dono do carro branco. O lixo doméstico continuou o dia todo espalhado ao pé dos 3 contentores e hoje à noite vai haver mais.
Para quê preocupar-mo-nos e mandarmos bocas sobre o que quer que tenha a ver com Quioto, ou com Bali? Com a China ou com a Índia ou com a América? Nós?!
Os meus vizinhos do prédio ao lado não cuidam dos seus lixos domésticos!!! E juro que esta zona é habitada por gentes de classe média para cima. Upa upa!
Outro pode e estaciona o carro onde lhe dá na telha!
Outros querem executar o trabalho para que são pagos e não o fazem por medo!
Como ir para a frente, encontrar o caminho? Só nos bancos das escolas se pode ensinar a modificar comportamentos. Com as crianças. Para elas comunicarem aos seus Pais/Progenitores que não se deixa o lixo em sacos junto dos vidrões, porque existe na área recolha de lixos domésticos diariamente; que não se deve estacionar onde é proibido; que se deve ter respeito pelo trabalho de cada um.
O que lhes estamos a deixar? Um Planeta que não nos quer, que está furioso connosco e que nos avisa há anos que está descontente.
Por favor vizinhos meus, tenham tento!

O TRABALHO é um direito consagrado na nossa Constituição!

As pessoas em Portugal, têem todo o direio de reclamar das políticas que modificaram em poucos anos, a sua forma de viver.

Ainda não sei exactamente o que é Flexisegurança. Tenho ouvido umas coisas, mas ainda não tenho a percepção da realidade da coisa.

Governo vai definir que funcionários podem sair - Em entrevista a João Figueiredo (secretário de Estado da Administração Pública), hoje sexta-feira, 19 de Outubro de 2007 ao DN, e buscado em: http://dn.sapo.pt/2007/10/19/dnbolsa/entrevista_a_joao_figueiredo_secreta.html

Depois de ler toda a notícia, copio aquilo que achei mais importante, por mais certo, porque o restante ainda não se sabe bem ...

P: A despesa com a aquisição de bens e serviços ao exterior vai aumentar em 2008, o que já não acontecia há algum tempo e que pode ser visto como um efeito da redução de funcionários. O maior recurso aos serviços exteriores é, para si, uma consequência positiva ou negativa?

R: Eu acho que globalmente é um elemento positivo. Isso significa que a administração faz uma ponderação do ponto de vista de gestão dos recursos públicos e é mais económica. Numa perspectiva de médio e longo prazo, mais vale recorrer à prestação de serviços no exterior do que ter recursos para fazer sistematicamente tudo o que tem a fazer.

É assim que pensam estas cabeças Socialistas.
Deixar de dar trabalho e portanto segurança às famílias portuguesas, é mais económico ... vão enxotar mais pessoas para o incerto. Porreiro!
"Eles" vão adjudicar todos os serviços a quem? A chineses, indianos, paquistaneses, aqueles que a globalização mais prejudica? Ou aos familiares e pretensos amigos, donos de empresas?
E ao nosso povo, quem encomenda serviços? Quem dá trabalho? O trabalho é um direito consagrado na nossa Constituição!