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Pena, a entre-penedos



Nestas fotos clicadas por Marido, poder-se-ão ver que as obras estão em adiantado estado. A Aldeia da Pena, já tinha sido por nós visitada noutros anos. Gostamos de lá ir, só por ir e estar e olhar. A última é um campo com diversas "semeaduras". Ao cimo deste campo há uma estrada que nos levará, noutra ocasião, à Aigra Velha, ao Santo António da Neve e ao Trevim, o ponto mais alto da Serra da Lousã.
Havia muitas ruínas de antigas casas de xisto aqui na Pena. Algumas dessas ruínas já deixaram de o ser. Mas ainda há muito trabalho a ser feito.
Esperamos para o ano cá voltar e apesar de serem íngremes as ruas para a percorrer - Rua da Era - clicarei para trazer para este espaço novas casinhas de xisto, se as pernas me levarem.

Pena - a última a ser visitada





Depois de almoçar no lugar do Esporão, no restaurante do Sr. João chamado OCaçoila, descemos à Ribeira e começámos a subir até à Pena, encrostada entre os Penedos de Góis. Estava uma tarde quente, mas corria uma aragem que apagava o calor da minha pele.
Durante o percurso Aurora, minha Prima (que faz o favor de regar as plantinhas do sítio durante as minhas ausências em Lisboa), foi-nos mostrando os caminhos da vida dela.
E do cimo daqueles penhascos - de onde me apetecia levantar vôo - espantámo-nos mais uma vez com a grandeza daquele sítio. A última foto é da Casa da Cerejinha, à entrada da Pena. Uma delicada e quase completa composição de xisto e de flora, onde nada do que é tradicional falta. Vale a pena a visita (não me refiro à estadia, essa desconheço).