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23 e 24 de Dezembro de 2007

Foto de Guidinha Pinto: Av. Gomes Pereira, Lisboa, 23 de Dezembro de 2007
Depois das últimas compras na tarde de 23 de Dezembro, fiquei em casa. A preparar a Festa.
Tal e qual. Estou feita num oito, para não dizer num nove ou mais num dez. Mas consegui. Mais uma vez. É tudo uma questão de querer fazer. E eu gosto demais e quis. O resto, foi obra da Sorte.
Preparei-me este ano para oferecer a Consoada, o Almoço e o Jantar do dia de Natal. Com Marido pensei nos diferentes menus. Enfeitei o Lar, etiquetei presentes, recebemos a Família e os seus presentes às 20:00h do dia 24 de Dezembro.
A Família junta mais uma vez. Embora com alguma frequência o façamos, o Natal continua a ser uma ocasião especial para nós. Somos só 6. Já fomos 9. Os ausentes-idos, estiveram também presentes no meu coração, sem um lugar à mesa por tradição, como fazem em certas Casas, lá no nosso Norte.
Hoje 4ª feira, e agora à noite, estou cansaaaaaada, mas com uma certeza. Gostaram todos de cá estar.
Isto de preparar festas em casa, para mim agora, é uma aventura e um desafio. Sempre a esticar a corda ...
- Pra onde vais?
-Vou prá festa ;)!
- De onde vens?
- ): Veeenho daaa feeeesta!!! :(
Já arrumei as porcelanas e os vidros - não se quebrou nenhuma peça desta vez. Lavei as toalhas e os guardanapos, o forno e o fogão. A casa perdeu o ar de Festa. Os restos da fartura natalícia vão dar para os jantares de nós os dois, durante duas ou três noites. Há sobremesas também. Calha que nem ginjas entrar na minha rotinazinha diária da última semana do Ano com alguma folga no fogão ... e ter tempo para apreciar os bombons e chocolates (obrigada Mafalda e Sofia e Ermelinda), as nozes e as amêndoas (obrigada Sogrinha), assistir ao DVD de Pavarotti (obrigada Sofia), tratar das minhas ricas mãozinhas que parecem lixa, com cremes bem cheirosos (obrigada Pitu e Julinha. Vou poder teclar nos meus blogues, a contar como foi, para mais tarde recordar. Vou começar a ler O Segredo (obrigada Jaime).
Só um contra "ensombrou" a Festa destes dois dias. A ausência das fatias da Senhora Minha Mãe. Constipou-se, coitada. E mandou comprar. Não têm comparação. Talvez para o final do ano ainda as faça, ainda as provemos. Vou fazer força.
Aqui! podem espreitar o Menú que preparei, a partir de amanhã.
Continuação de Boas Festas.

Anjinho, prenda da Guida


FESTAS FELIZES
Durante os próximos dias vou estar muito ocupada a preparar a nossa Festa de Natal.
Este blog vai descansar um pouco. Será?!

Até dia 26 de Dezembro.

Boas Festas.

Pelo menos nesta época, façam o favor de ser felizes.
Contribuam para a Alegria e a Felicidade dos Outros.
Abraços para todos.

Pelo Odivelas Shopping

Local de almoço
Vista Direito a Pai Natal
Lá dentro
Para mais compras de Natal fomos no Domingo ao Shopping de Odivelas. Nunca tinhamos lá entrado. Pareceu-me um dèjá vu. Tirando uma ou outra loja, são todos iguais. Estava morninho o dia. Sem filas de carros até serviu de passeio. Lá dentro, muito agradável. Com menos pessoas, logo menos confusão que em qualquer um dos outros gigantes de vendas, aqui em Lisboa. Já despachamos mais algumas lembranças. Ufa!

Fatias Douradas - estória de 2005


Foto de Guidinha Pinto: A Árvore de Natal da Lili
Para este Natal de 2005, já adquiri as lembranças que quero oferecer aos Amigos e Familiares. Já telefonei, enviei e-mails, e sms's desejando Boas Festas.
Tem sido sempre assim, desde que tenho a consciência... Natal é igual a troca de lembranças e, ah! também é tempo das fatias douradas. É delas que quero falar. E de meus Pais.
Pai não tinha
jeito para cozinhar ;) mas no Natal, era outra a disposição. Na véspera era vê-los comprar o pão - tinha de ser de véspera. Mas na manhã de 24, entre ambos dividiam as tarefas de cortar o pão, bater os ovos, misturar a canela (abençoada casquinha) com o açucar, colocar a gordura na frigideira. Mãe, molhava a fatia no leite, passava no ovo batido e fritava a fatia húmida, em óleo quente; bastavam alguns minutos e era pô-la a escorrer em papel pardo. Pai, pegava na fatia escorrida, e envolvia-a no açucar "encanelado". E aquele pedaço de pão, que virava Fatia Dourada era colocada lado a lado e depois em camadas, como se de uma torre se tratasse, dentro da "Travessa das Fatias". Aquele cheirinho, aquela côr acastanhada, misturada com as luzes da Árvore de Natal que piscavam ao lado dum presépio arquitetado sobre musgo, apanhado por nós, nessa altura e durante alguns anos na Serra do Monsanto, a telefonia a tocar Músicas de Natal em brasileirês e em inglês, essas imagens, sons e cheiros estão no meu cérebro. Gravadas. Como posso esquecer? É como esquecer que há Natal uma vez por ano! Desde 1999, o grupo familiar de 7 pessoas, passou para 6. Ah! mais a Bianca, que não é pessoa nem come fatias douradas. Somos realmente pouquinhos. A Mãe, virou Avó de sua Netinha, há 14 anos. É a Avó, sozinha, que se encarrega de fazer as Fatias Douradas desde que o Senhor meu Pai deixou de ser visto. Para mim, Ele está presente, mas não se vê, não se deixa tocar. E todo o Santo Natal de cada Ano ela repete: - Mas querem mesmo que eu faça as fatias? Custa-me tanto fazê-las sózinha... tenho medo de me queimar... - Ronha... ela gosta de fazê-las. É o seu ex-libris. Depois, à mesa, quando olhamos para a torre com garfo em riste, pergunta: - Então, este ano estão boas? Se estão! Cada ano que passa, melhoram :)))
Independentemente do local da reunião familiar, eu, a Filha de Minha Mãe, exijo a presença das Fatias Douradas. Enquanto houver a presença delas na mesa de Natal, é sinal que a Senhora Minha Mãe está presente, eu toco-a, eu cheiro-a.
Querem todos trocar presentes? Ok. Mas eu também quero as Fatias Douradas da minha infância.
Melhor do que todos os presentes, em baixo da Árvore de Natal, é a presença de uma Família Feliz... e das Fatias Douradas da Senhora Minha Mãe.

Aos Amigos

Quem me ler hoje, dia 24 de Dezembro de 2006, desejo uma Boa Consoada, presentes, abraços, beijos. Para 25 de Dezembro de 2006, um Feliz Dia de Natal. Para os funcionários públicos uma 3ª feira descansada <:=)

Quase Natal

Estamos de novo em época de festa. O ano passou depressa, sem grandes aflições, a nível familiar.
Estamos todos vivos e a mexer. Os mesmos mais uma, que nasceu em Outubro. Ana Luisa. Sou sua avódrinha. E os ovo, a canela, o açucar e o óleo já foram comprados. Faltam os cacetes. Para as fatias da minha Mãe. E ainda por cima tem um fogão novo que ganhou nos seus 75 anos de vida. Prenda de meu irmão :)
As prendas foram compradas, os presentes embrulhados.

Que não hajam grandes sobressaltos, em nenhuma parte do Planeta, é o meu pedido ao Menino Jesus.