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Coisas da Serra

Esta é a minha Cerdeira. De manhã, antes do almoço, vista do cimo, como quem vem da Capela.
Esta é a fonte de calor para tudo e todos os que se encontram dentro da casinha.
Esta de avental (já aprendi que devo usá-lo) sou eu, com um dedo espetado por via de um corte que dei ao abrir a abóbora exposta em baixo. A minha Bi esperava que eu pontapeasse uma bola feita de meiasvelhasdodono. Em cima do fogão duas taças com sopa de nabiça a aquecerem, dois pratos vazios a esquentarem, um tacho com massada de peixe e uma chaleira com água, para mais logo beber uma tisana.
Abóbora oferecida por Prima Palmira, a que está aqui a das filhoses

Avental para quê?

Quando não usamos convenientemente o vestuário inventado para nos cobrir, quer na praia, quer na cidade, quer no campo, quer na cozinha, acontece que podemos ficar menos bem na foto. Foi o que aconteceu com esta. Não uso avental. Nunca gostei, não sei explicar o porquê. De vez em quando tenho acidentes. Acontecem banhos e salpicos. Mas o doce de abóbora a ser mexido e ao lado deste, um coelho à caçadora fervendo lentamente, são o principal a ser retido, no 2º dia de uso do meu 1º. fogão a lenha. Hã! E vendo melhor, ainda há no cantinho o chá de erva cidreira morno, em pote verdinho, para desempanturrar das castanhas. Descascámos todas. As que restaram descascadas, foram postas a dormir numa tigela. De vez em quando, vamos lá acordar uma ;) Sabem melhor. E o doce, mexido sem pressas, levou o tempo que foi necessário para transformar uma abóbora numa requintada sobremesa, se o derramar-mos sobre uma fatia de requeijão. Obrigada à prima Palmira, a ex-dona da abóbora. E ao fogãozinho, que se portou muito bem.