Bem que avisaram que o tempo ía mudar. Acordámos Domingo, com o barulho do vento e da chuva. Credo Senhora do Carmo, invocaria a senhora minha Avó Olinda se cá estivesse. Só faltava mesmo a trovoada. E foi arrumar a casinha, almoçar na casa dos primos - cozido por ser Domingo Gordo. A viagem para Lisboa foi feita parcialmente, debaixo de chuva intensa e algum vento, até passarmos por Tomar. Aí, viraram intermitentes as quedas de água. Na estrada, de dentro do carro, só se olhavam as escovas do limpa para brisas a dançar, de um lado para o outro, na máxima velocidade, e as luzes vermelhas dos outros carros que como nós se doslocavam rumo a qualquer sítio. Não gosto de viagens molhadas. Dá-me uma sensação de incerteza no destino. Não consigo descontraír, embora confie na condução do Marido. As imagens dos acidentes nas estradas em dias molhados estão sempre a passar-me, como flashes ... A chegada à Capital (*Só eu sei porque não fico em casa*, na última foto) fez-se em cerca de 3 horas. Sem sobressaltos, felizmente. Parou de chover quando despejávamos o porta bagagens, à porta de casa. Lá se foi um fim de semana de muitas horas em viagem. Olhando para trás ... foi bom, porque tudo correu bem. E trouxemos imensos grelos - de nabo e de couve, e também alhos franceses, e batatas brancas para cozer, e uma broa. Oferta dos primos Laura, Mateus e Aurora. Obrigada a todos.
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A 250 quilómetros de distância
Desejo a todos os que me visitarem, um bom fim de semana.
Estamos a pensar aproveitar estes 2 dias de Verão fresquinho para dar um saltinho até à casinha.
Há muitos meses que a não vamos arejar. Saudades!!!
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