Found: one Earth-like planet
Astronomers use gravity lensing to spot homely planets.
© ESOAstronomers say they have found the most Earth-like planet yet outside our Solar System. At just 5.5 times the mass of Earth it is one of the smallest extrasolar planets ever found, and orbits its star at a distance comparable to that of habitable worlds. Similarly sized extrasolar planets have been found before. But the method used to detect them meant we could see smallish planets only when they were very close to their suns, and such bodies are battered by scorching radiation.
Planet OGLE-2005-BLG-390Lb looks much more like home. It lies about 390 million kilometres from its star: if it were inside our Solar System, the planet would sit between Mars and Jupiter. It takes ten years for the planet to orbit its parent star, a common-or-garden red dwarf that lies about 28,000 light years from Earth, close to the centre of our Galaxy.
Notícia boa, esta que me chegou via ESA. Sinto-me como em véspera de Natal, ou em véspera de férias a-ver-o-mar, ou no dia do nascimento de criança anunciada no seio da família. Suficientemente longínqua da nossa cobiça, é improvável que o Homem lá chegue. Mas saber que existe uma idêntica, é bom e não mete medo. Sinto-me bem, vazia de tristeza. E mais não digo. Palavras para quê? =)
http://www.esa.int/esaSC/SEMDJ3NZCIE_index_1.html e
http://www.nature.com/news/2006/060123/full/060123-5.html
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Portugal em tons de cinza

23 Agosto 2005 - This MERIS Reduced Resolution image was acquired 21 August 2005 and shows smoke from wildfires raging across Portugal blown into the Atlantic
De Calamity spot
"Eu ainda não tinha dito da Terra que arde e do quanto me dói a serra coberta de abandono e de morte. Alguma coisa perdida na infância me prometia que um dia haveríamos de ser semelhantes às árvores. Não se pode respirar senão a terra queimada. Sentir que o corpo não teve lugar nenhum onde sossegue, no bafo quente da noite dentro da casa silenciosa. Eu criei afectos com as árvores dos meus caminhos. Não há palavras para este asco, se encontro negras e mudas as encostas que há pouco me aguardavam."
Em Agosto de 2005, Portugal perde o seu verde. Que fazer quando já verde não existir e o negro se apresentar? Chorar, apenas. E pedir aos Céus lágrimas. Que estas lavem o luto da terra e a façam brotar em novos verdes. E assim será. Como sempre foi.
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