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Pobrezas Mundiais. Vamos exigir que se faça algo?

Fome
Cerca de 25.000 pessoas morrem em cada dia de Fome ou de causas relacionadas com a mesma.
SIDA
É a segunda maior epidemia de todos os tempos, à escala mundial, tendo a Peste-Negra sido a maior ao longo da história. A SIDA mata cerca de 2 milhões de pessoas por ano, ou seja, cerca de 1 pessoa em cada 15 segundos. Esta ferramenta mortal inclui imensas crianças, que são frequentemente infectadas durante a sua gestação ou depois de nascidas, através da amamentação pelo leite materno.
Pneumonia
Pneumonia e outras formas de infecções respiratórias agudas matam mais de 2 milhões de crianças nos Países pobres. A Pneumonia é uma doença contagiosa e é transmitida quando as pessoas infectadas tossem ou espirram, enviando para o ar o germe infeccioso. Se for tratada, a Pneumonia não é fatal.
Diarreia
As doenças que se manifestam através da Diarreia como a Cólera e a Desinteria matam cerca de 1.6 milhões de pessoas, em cada ano, sendo a maioria crianças. A Diarreia é o resultado da falta de água potável, insuficientes condições de salubridade e falta de higiene. As pessoas saudáveis recuperam facilmente de uma diarreia em poucas horas ou em poucos dias.
Contudo, indivíduos fracos e mal nutridos ou doentes não conseguem recuperar e começam a ficar desidratados, por falta de compensação das perdas de fluidos e de sais minerais. Sem tratamento, o corpo desidratado sucumbe. De novo, as crianças desidratam-se mais depressa que os adultos.
Tuberculose
Em toda a história da Raça Humana, crê-se que a tuberculose matou mais pessoas que qualquer outra doença (em curtos períodos de tempo, epidemias como a Peste Negra e a SIDA mataram mais). A Tuberculose data há pelo menos 4000 anos Antes de Cristo. Esteve presente no antigo Egipto, Grécia, Roma e Índia. No Século XVII, uma em cada 5 mortes deveu-se à Tuberculose.
Altamente contagiosa, a Tuberculose propaga-se pelo ar, através da tosse. Se não for tratada, uma pessoa com Tuberculose, esta infecta 10 a 15 novas pessoas à sua volta, em cada ano. Mesmo pensando que está controlada, a Tuberculose mata ainda cerca de 1.5 milhões de pessoas em cada ano. Este número está a aumentar ligeiramente em cada ano, nos tempos actuais.
Malária
Cerca de 1 milhão de pessoas morre de Malária em cada ano e vários milhões de pessoas está seriamente afectada. A Malária é transmitida por um mosquito. Uma picada de um mosquito infectado corresponde a semanas de febre e exaustão, impossibilitando as crianças de irem à escola, e os adultos de trabalharem para sustentarem as famílias. Perto de 90% dos casos de Malária ocorrem em África.
Sarampo e outras doenças infantis
As chamadas doenças infantis como o Sarampo, a Tosse Convulsa, o Tétano e a Difteria são responsáveis por pouco menos de 1 milhão de mortes por ano. O Sarampo é o que permanece no cimo da escala. Felizmente, estas doenças são evitáveis através de vacinação muito pouco dispendiosa. Geralmente, uma criança recebe 1 vacina contra o Sarampo e outra vacina combinada contra as outras 3 doenças.

Muito recentemente, alcançou-se um grande sucesso com a vacinação contra o Sarampo. Entre 2001 e 2005, a *iniciativa sarampo*, através de uma organização apoiada por outras Organizações e Indivíduos, vacinaram cerca de 200 milhões de crianças. Ao custo de menos de 1 Dólar por vacina, este programa demonstrou que foram salvas muitas vidas, a um baixíssimo custo.

Eles, os senhores do dinheiro e os senhores da boa vontade consideram como 'custo' o dinheiro empregue em salvar vidas humanas. Que seja o preço que têm de pagar. Não conheço razão para que este programa não seja extensível a todas as crianças que precisam. Para acabarmos de vez com os números frios e as percentagens enganadoras.


Steve Biko clique!.) um dos Sul Africanos assassinados pela Polícia, na época do Apartheid, disse:

-Mudem a maneira de pensar das pessoas e nada voltará a ser o mesmo.

Divulgue você também

A pedido de Pepe Luigi do http://sinestesia-crepuscular.blogspot.com/, que me visitou no cantinho-da-engorda, vou divulgar. Com certeza que sim.

*Leia, assine e divulgue a Petição em Prol das Crianças Vítimas de Abusos Sexuais (http://www.petitiononline.com/criancas/petition.html) .A petição que destacamos hoje, primeiro de Dezembro, data da Restauração da Independência de Portugal - e não haverá nesta altura maior prioridade do que conseguir a independência do Estado e da sociedade face ao monstruoso crime do abuso de crianças -, divulgamos já foi assinada por 1537 pessoas. Assine e divulgue esta petição!
"Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa
Prof. Aníbal Cavaco Silva
Palácio de Belém,
Calçada da Ajuda, nº 11,
1349-022 Lisboa

Assunto: PETIÇÃO para estabelecimento de medidas sociais, administrativas, legais e judiciais, que realizem o dever de protecção do Estado em relação às crianças confiadas à guarda de instituições, assim como as que assegurem o respeito pelas necessidades especiais da criança vítima de crimes sexuais, testemunha em processo penal.

ExcelênciaNo exercício do direito de petição previsto na Constituição da República Portuguesa, verificado o cumprimento dos pressupostos legais para o seu exercício, vêm os signatários abaixo assinados, por este meio, expor e peticionar a V. Exa. o seguinte:Somos um conjunto de cidadãos e de cidadãs, conscientes de que o abuso sexual de crianças não afecta apenas as vítimas mas toda a sociedade, e de que “a neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. O silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado” (Elie Wiesel).Estamos unido(a)s por um sentimento de profunda e radical indignação contra a pedofilia e abuso sexual de crianças, de acordo com a noção de criança do art. 1.º da Convenção dos Direitos da Criança, que define criança como todo o ser humano até aos 18 anos de idade, e partilhamos a convicção de que não há Estado de Direito, sem protecção eficaz dos cidadãos mais fracos e indefesos, nomeadamente, das crianças especialmente vulneráveis, a viver em instituições ou em famílias maltratantes.Os direitos especiais das crianças são dotados da mesma força directa e imediata dos direitos e liberdades e garantias, previstos na Constituição da República Portuguesa, nos termos dos arts. 16.º, 17.º e 18.º da CRP e constituem uma concretização dos direitos à integridade pessoal e ao livre desenvolvimento, consagrados nos arts 25.º e 26.º da CRP, e do direito da criança à protecção do Estado e da sociedade (art. 69.º da CRP).Indo ao encontro das preocupações reveladas por V. Exa. relativamente às investigações em curso sobre crimes de abuso sexual de crianças a viver em instituições, e também ao anterior apelo de Vossa Excelência para que não nos resignemos e que não nos deixemos vencer pelo desânimo ou pelo cepticismo face ao que desejamos para Portugal, sendo que é dever do Estado de fiscalizar a actividade e o funcionamento das instituições particulares de solidariedade social e outras instituições de reconhecido interesse público (art. 63.º, n.º 5 da CRP) e de criar condições económicas, sociais, culturais e ambientais para garantir a protecção da infância, da juventude e da velhice (art. 64.º, n.º 2, al.d) da CRP), vimos requerer a intervenção de V. Exa, através de uma mensagem à AR, ao abrigo do art. 133.º, al. d) da CRP, para a concretização dos seguintes objectivos:1) A criação de uma vontade política séria, firme e intransigente no combate ao crime organizado de tráfico de crianças para exploração sexual e na protecção das crianças confiadas à guarda do Estado;2) O empenhamento do Estado, na defesa dos direitos das crianças em perigo e das crianças vítimas de crimes sexuais, em ordem a assegurar a protecção e a promoção dos seus direitos;3) O estabelecimento de medidas sociais, administrativas, legais e judiciais, que assegurem o respeito pela dignidade e necessidades especiais da criança vítima de crimes sexuais, testemunha em processo penal, que evitem a vitimização secundária e o adiamento desnecessário dos processos, e que consagrem um dever de respeito pelo sofrimento das vítimas, nos termos dos arts. 8.º e 9.º do Protocolo Facultativo à Convenção sobre os direitos da criança, relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis, documento ratificado pelo Estado Português, nomeadamente:a) Proibição de repetição dos exames, dos interrogatórios e das perícias psicológicas;b) O direito da criança à audição por videoconferência, sem «cara a cara» com o arguido;c) O direito da criança se fazer acompanhar por pessoa da sua confiança sempre que tiver que prestar declarações;d) Formação psicológica e jurídica especializada da parte das pessoas que trabalham com as vítimas, de magistrados e de pessoas que exercem funções de direcção em instituições que acolhem crianças, assim como de funcionário(a)s das mesmas;e) Assistência às vítimas e suas famílias, particularmente a promoção da segurança e protecção, recuperação psicológica e reinserção social das vítimas, de acordo com o art. 39.º da Convenção sobre os Direitos da Criança e o art 9.º, n.º 3 do Protocolo Facultativo à mesma Convenção relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis;f) Uma política criminal que dê prioridade à investigação de crimes de abuso sexual de crianças e de recurso ao sexo pago com menores de 18 anos;g) Proibição da aplicação de pena suspensa ou de medida de segurança em regime aberto ou semi-aberto (ou tutelar educativa, no caso de o abusador ter menos de 16 anos), a abusadores sexuais condenados;h) A adopção de leis, medidas administrativas, políticas sociais e programas de sensibilização e de informação da população, nomeadamente das crianças, sobre a prevenção da ocorrência de crimes sexuais e sobre os seus efeitos prejudiciais, no desenvolvimento das vítimas;4) Proibições efectivas da produção e difusão de material que faça publicidade às ofensas descritas no Protocolo Facultativo à Convenção dos Direitos da Criança.Requeremos a Vossa Excelência, que num discurso solene, dirigido às crianças, as cidadãs mais importantes do nosso país, assuma, para com elas, estes compromissos, prestando uma manifestação de solidariedade para com o sofrimento das vítimas, pois como disse Albert Camus “não é o sofrimento das crianças que se torna revoltante em si mesmo, mas sim que nada justifica tal sofrimento”.
Com os melhores cumprimentos.*

aqui! já escrevi sobre o caso.

Abusos e maus tratos infantis

URZE PARA UMA outra MENINA ÍDA

Hoje, 24 de Outubro de 2007: O Tribunal Judicial de Monção condenou a sete anos de prisão uma mulher acusada de matar a pontapé a filha de dois anos, em Dezembro de 2006.

A mãe, de 25 anos, confessou que, nesse dia, deu um pontapé à filha, ressalvando a sua intenção era atingi-la «no rabo», mas alegou que a criança se virou de repente, acabando por lhe acertar na barriga.

O tribunal considerou como atenuantes para a arguida as carências do seu agregado familiar, a sua imaturidade, os quatro filhos que tinha a seu cargo e a ausência do marido, que saía de casa de manhã bem cedo e apenas regressava já de noite. O colectivo frisou também que as instituições deviam ter agido mais cedo, para evitar que se chegasse a este resultado.

O Sindicato: … “a responsabilidade é do governo «que não quer quadros de pessoal, nem funcionários, nem despesas» e também dos «cidadãos de Portugal», que permitem que «o governo continue a reduzir a capacidade de resposta das organizações» encarregues de proteger as crianças em risco.

Neste momento, segundo o responsável pelo sistema «está a ser fortificado» pela formação de mais de 4.000 elementos das 269 comissões de protecção que existem em Portugal.

O presidente da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, juiz-conselheiro Armando Leandro, ... admitiu que existiram falhas no processo que culminou com a morte da criança.

Sara, 2 anos de idade, morreu a 27 de Dezembro de 2006 em Mazedo, Monção. Parece que, só por maus tratos.
Todos os dados buscados na NET.

Nota: No meu País, é assim que se protegem as Crianças de Adultos incapazes, mesmo que sejam os progenitores. A batata vai-se passando, de acompanhamento em acompanhamento. As condições de vida não melhoram, os mais pobres são mais profícuos. Uma mulher de 25 anos, tem 4 filhos. O Estado vai dar subsídios. É isso que faz falta.

Uma folha A4 cheia de frases bonitas

"Um livro tem palavras que fazem sonhos" Joana Cruz, 3 anos

"Estou com tosse. Engoli frio de noite" Inês Fernandes, 4 anos

"Eu faço magia quando abraço o meu pai" Cláudio Almeida, 4 anos

"Quando o ar cheira bem é porque os astronautas no espaço estão a comer rebuçados" Gustavo Almeida, 5 anos

Acabaram-se-me os bonecos que busquei na NET. Mas há mais frases: Mesmo sem recurso a bonecos, vou copiá-las.

"O silêncio é o barulho baixinho!...! Sara Peixoto, 3 anos

"Poesia é uma coisa que não é a mesma coisa mas é igual" Beatriz Bruno Antunes, 4 anos

"Este gelado até inverna as mãos" Gonçalo Gonçalves, 4 anos

"O céu à noite é um lençol com estrelas" Gustavo Almeida, 5 anos

"O amor é o dobro" João Cassola, 5 anos

"Os namorados são amigos de casamento" Areana Semedo, 6 anos

Tenho a sorte de poder passar para o meu blog, frases ditas por crianças no Hospital de Santa Maria e publicadas em Jornal de Palhaços, pág. 07, porque Julinha me deu.