Saída pela manhã, para os xixis e cócós. Serrado ainda está orvalhado da noite que se fez fresca. Erva alta, a cobri-la até meio. Pelo molhado. É um desafio para esta fôfa. Corre em círculos, baixando a cauda a servir de leme. Lambe as gotas que se agarraram ao nariz. Arfa. Olha para o dono, como a perguntar: Fiz bem? Vamos embora? Ou queres que eu faça alguma coisa?
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Coisas da Serra
Esta é a minha Cerdeira. De manhã, antes do almoço, vista do cimo, como quem vem da Capela.
Esta é a fonte de calor para tudo e todos os que se encontram dentro da casinha.
Esta de avental (já aprendi que devo usá-lo) sou eu, com um dedo espetado por via de um corte que dei ao abrir a abóbora exposta em baixo. A minha Bi esperava que eu pontapeasse uma bola feita de meiasvelhasdodono. Em cima do fogão duas taças com sopa de nabiça a aquecerem, dois pratos vazios a esquentarem, um tacho com massada de peixe e uma chaleira com água, para mais logo beber uma tisana.
Abóbora oferecida por Prima Palmira, a que está aqui a das filhoses Amizade, algemas e prisão perpétua por mútua escolha
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Fotos de Guidinha PintoMinha Bi teve o seu baptismo de mar tranquilamente, em águas atlânticas, no sotavento algarvio, em Junho de 2007.Sem medos, sem pressões, encorajada pelos meus chamamentos e elogios, entrou pela água adentro, pata ante pata. Parava ao passar uma ondinha e olhava, para baixo, para mim, à volta. Depois saía para a areia seca, abanava-se e corria um pouco, solta. Travava e tornava a entrar, pata ante pata, na minha direcção.
Foram alguns, poucos minutos, mas entrou porque ela quis.
Depois foi limpá-la, pô-la debaixo do chapéu de sol junto a nós para secar um pouco e fotografá-la.
À tarde, dormiu estirada no tapete, cansadita, coitada.
Como uma criança, quando voltar a ver o Mar, não irá fugir. Molhará as patas pelo menos e tranquilamente.
Bianca
A ausência perpétua das pessoas é muito dolorosa. Não podem ser substituídas por outras da mesma raça, é impossível fazê-lo. Deixam um lugar marcado a fogo dentro de mim.
Esta é a Bianca. Bi para os amigos. Spitz anã branca. Pequena, felpuda, inteligente, brincalhona, obediente. Nasceu em 9 de Fevereiro de 2004. Está comigo desde Maio de 2004. Custou uma pequena fortuna.
Que fazer, quando nos despedimos de um amigo e companheiro - Anourah caniche anão branco de pelo liso, com 17 anos de idade? Ir depressa procurar outra paixão e encontrar um novo Amigo que ajude a mitigar a tristeza já esperada, pela ausência. Porque posso. Porque quero. Porque é preciso. Porque devo.
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